Alckmin, filhote de Temer, encaminha PL da maldade à Assembleia Legislativa e Trabalhadores(as) respondem com GREVE!

Na contramão da retomada da economia e do fortalecimento de políticas públicas para conter o avanço da desigualdade no pós-golpe, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) enviou à Assembleia Legislativa o Projeto de Lei 920/2017, que prevê a limitação das despesas primárias por dois anos, o que significa, em outras palavras, limitar os investimentos em saúde, educação e demais serviços.

Em resposta às propostas as Centrais Sindicais e demais movimentos sindicais convocaram audiência pública ontem (17 de outubro) para debater a proposta e organizar a resistência.

A política é semelhante ao congelamento, por 20 anos, dos investimentos públicos proposto pelo governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB). Pela proposta, o governo só poderá aumentar os investimentos de acordo com a inflação do ano anterior, medida pela variação do IPCA. Ou seja, os investimentos nas áreas sociais serão praticamente zero. Mesmo se houver crescimento, a regra se mantém.

Para nosso Diretor Mauro de Campos (Secretário Estadual dos Funcionários Públicos) o projeto representa simplesmente o aumento do arrocho salarial dos funcionários públicos e precarização dos demais serviços. “É realmente lamentável que a federação com a maior arrecadação do país proponha um projeto tão nefasto e mesquinho”.

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“Esse é mais um dos presentes de Alckmin para a população mais pobre do estado, pois a precarização do serviço público afeta diretamente àqueles que necessitam do serviço público, e podemos concordar não é todo dia que a classe média/alta precisa recorrer a um hospital público para ter atendimento médico, ou precisa matricular seus filhos em uma escola estadual para que tenham acesso à educação. Portanto quem mais será afetado pelo PL é o povo, que ironicamente é quem custeia o serviço.” Diz Fábio Pimentel (Secretário Municipal dos Servidores Públicos)

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A política é semelhante ao congelamento, por 20 anos, dos investimentos públicos proposto pelo governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB). Pela proposta, o governo só poderá aumentar os investimentos de acordo com a inflação do ano anterior, medida pela variação do IPCA. Ou seja, os investimentos nas áreas sociais serão praticamente zero. Mesmo se houver crescimento, a regra se mantém.

Mas o nosso Presidente Luiz Gonçalves já avisou que não iremos aguardar o bom senso dos deputados da base do governo e avisa que dia 27 haverá paralisação de todo o serviço público do Estado de São Paulo se o projeto não for retirado do calendário de votação.

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