Nova Central presente na Campanha Salarial dos(as) Trabalhadores(as) Rodoviários de São Paulo.

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Na quarta-feira dia 05 de abril, o auditório do sindicato dos motoristas lotou para a assembleia de campanha salarial 2018. Com o lema “Nova lei trabalhista? Aqui não!” os trabalhadores, trabalhadoras e dirigentes se reúniram para definir o plano de luta para a próxima semana.

A Nova Central foi representada pelo nosso presidente, Luizinho e o diretor de comunicação, Nailton Porreta, originários da categoria que representam a classe trabalhadora do setor de transporte rodoviário da nossa central.

A assembleia inicia a rodada de negociações e tem o escopo de mobilizar todos e todas para que seja definida proposta para apresentar aos patrões. O sindicato dos motoristas de São Paulo demonstram também sua preocupação com o futuro do país após sanção de prisão do Ex-Presidente Lula, dirigentes da categoria reforçam que é um descarado ataque à democracia.

O presidente do sindicato, Valdevan Noventa, alega total confiança na campanha salarial do ano de 2018 e diz que criará importantes precedentes para enfraquecer a temida “Reforma Trabalhista (lei 13.467/2017). Disse que as propostas serão recebidas hoje e analisadas até segunda-feira, a partir disso,  todos os terminais de ônibus ouvirão a proposta construída. Programa paralisação de ônibus na quarta-feira, paralisação de 2h no domingo para pressionar o presidente da Câmara (atual secretário de transportes do municípios).

Os(as) trabalhadores(a) da categoria se propõem a tomar qualquer medida necessária para terem suas propostas atendidas. Inclusive paralisações.

Os companheiros da comissão de negociação foram representados pelo nosso diretor da NCST-SP, Nailton, este afirmou vitória no início das negociações, uma vez que todas as cláusulas da negociação do ano passado foram mantidas. Disse que direitos não podem retroagir, e que a nova lei trabalhista não pode ganhar espaço. “A campanha salarial de 2018 deve resolver todas as demandas das garagens para que haja e segurança para os trabalhadores e trabalhadoras da categoria e não abriremos mão de forma alguma do PLR,” que será a bandeira da negociação deste ano, disse Nailton.

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O Presidente Luizinho conscientizou todos os companheiros e companheiras presentes sobre a injustiça que envolve o processo do Ex-Presidente Lula, uma vez que não existe prova alguma que ele teve envolvimento na corrupção da lava-jato. Afirmou que a classe trabalhadora tem o compromisso de defender a democracia, e se renegar a última decisão do STF que rasga a constituição ao ignorar o princípio da presunção de inocência, e parte dessa luta também envolverá lutar contra a aplicação da reforma trabalhista.

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